Lula vence na Nova Zelândia, Coreia do Sul e Austrália

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à Presidência da República venceu nas eleições da Nova Zelândia e da Coreia do Sul, segundo o g1. Os países já encerraram a votação da eleição presidencial neste domingo, onde as urnas foram fechadas às 05h (horário de Brasília, 17h no horário local).

Nas redes sociais, diversos brasileiros residentes no país compartilharam registros da votação em suas redes sociais. No Japão e em Portugal, eleitores formaram longas filas logo na abertura das urnas para a votação.

 A eleição no exterior só termina na noite de domingo, no Canadá. Devido aos fusos horários, a votação se estende por mais de 29 horas. Dados mostram que quase um milhão de eleitores que moram no exterior estão aptos a votar no pleito deste ano.

Luís Inácio Lula da Silva (PT) obteve a maioria dos votos nas seções eleitorais da Nova Zelândia, da Coreia do Sul, da Austrália, Cingapura e Malásia no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, neste domingo (4/10).

Na Nova Zelândia, Lula obteve 73,4% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro (PL), 15,8%. Na Coreia do Sul, o petista recebeu 123 votos (56,9%) e Bolsonaro, 72 (33,3%), num total de 216 votos nominais; outros oito candidatos dividiram o restante.

Na Austrália, com 26 das 29 seções contabilizadas, Lula registrava 5.283 votos (64,9%) e Bolsonaro, 2.022 (24,8%).

Em Cingapura, Lula obteve 190 votos (54,6%) e Bolsonaro, 92 (26,4%), num total de 348 votos nominais. Na Malásia, foram 44 votos para Lula (53,7%) e 27 para Bolsonaro (32,9%), num total de 83 votos nominais.

Em relação ao primeiro turno de 2022, quando Lula disputou contra Jair Bolsonaro, Lula ampliou a margem na Nova Zelândia, passando de 70,3% para 73,4%. Na Coreia do Sul, onde em 2022 Lula teve 64,3% e Jair Bolsonaro, 35,7%, o resultado de 2026 mostrou Lula com 56,9% e Flávio Bolsonaro com 33,3%; a queda no percentual do PT reflete o fracionamento maior do voto, já que oito candidatos obtiveram votos na seção sul-coreana, contra dois em 2022.

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