Praia Grande não registra casos de mpox em 2026

Autoridades de saúde da Cidade estão acompanhando situação

A Prefeitura de Praia Grande está atenta ao surgimento recente de casos de mpox no Estado de São Paulo e na Baixada Santista. Até o momento, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) do Município não registrou nenhum caso positivo para a doença neste ano.

As equipes de Vigilância em Saúde de Praia Grande estão acompanhando as notificações, monitorando os dados epidemiológicos e dando suporte às equipes, reforçando a importância da detecção precoce e manejo adequado para a prevenção. Em caso de necessidade, o munícipe deve procurar a Unidade de Saúde da Família (Usafa) em que está cadastrado ou qualquer unidade de pronto-atendimento do Município.

“Praia Grande está preparada e mobilizada para o atendimento de possíveis casos de mpox. No Município não tivemos nenhum caso positivo confirmado, mas as equipes estão atentas e prontas para prestar todo o suporte necessário à população. Em caso de dúvida ou sintomas, vá até a sua Usafa, procure as nossas UPAs, pois a intervenção precoce é a melhor forma de tratarmos essa doença”, afirma o secretário de Saúde Pública de Praia Grande, Isaías Lima.

Sobre a doença – A mpox é uma doença causada pelo mpox vírus (MPXV). A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por exemplo pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias, sangue e fluidos corporais.

A transmissão também pode ocorrer por meio de secreções em objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. A transmissão do vírus via gotículas respiratórias usualmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde e membros da família as pessoas com maior risco de serem infectadas. Apesar de antigamente ter seu nome vinculado aos macacos, eles não são reservatórios do vírus da varíola.

Os principais sintomas da mpox são: surgimento de lesões (bolhas) na pele de forma aguda e inexplicável que podem ser acompanhadas de dor de cabeça, febre acima de 38,5º, dores musculares, dor nas costas, fraqueza e linfonodos inchados (ínguas).

As pessoas que tiveram contato com o vírus levam de 3 a 21 dias para manifestar a doença no corpo. As lesões na pele geralmente começam dentro de 1 a 3 dias após o início da febre, no entanto, é possível que surja antes da febre. As lesões podem apresentar secreção, formando “cascas” que secam e caem. Apesar de poderem surgir em qualquer parte do corpo, é mais comum nos seguintes locais: na palma das mãos, na planta dos pés e também na boca, nos olhos, nos órgãos genitais e no ânus.

Em caso de suspeita da doença, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde. Os casos confirmados e os considerados suspeitos devem ficar em isolamento domiciliar até o desaparecimento das lesões que podem durar de duas a quatro semanas. O tratamento é focado nos sintomas. Os pacientes suspeitos são constantemente monitorados por uma equipe da Sesap. Os casos graves serão encaminhados, pela Usafa, aos prontos-socorros onde o paciente também ficará em isolamento sendo acompanhado pela equipe médica.

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