Baixada Santista entra no mapa da saúde mental corporativa com expansão da Great People Mental Health

Com base de dados de 9,7 milhões de trabalhadores, empresa aponta ganhos de até 25% em produtividade e amplia atuação em uma das regiões econômicas mais estratégicas do País

A Great People Mental Health (GPMH), empresa especializada em saúde mental organizacional, amplia sua atuação para a Baixada Santista em um momento de mudança na forma como as empresas lidam com os riscos psicossociais. A companhia chega à região com uma base de dados construída a partir da análise de mais de 9,7 milhões de trabalhadores, milhares de organizações avaliadas e cinco anos de estudos sobre comportamento, cultura e fatores associados ao ambiente de trabalho.

A atuação na Baixada Santista ocorre em um cenário de transformação da agenda corporativa. A saúde mental, antes concentrada em iniciativas de bem-estar, passa a integrar decisões estratégicas de negócio diante do crescimento dos afastamentos por transtornos mentais e das novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que reforça a necessidade de identificação e gerenciamento dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

A expansão integra o plano de crescimento nacional e internacional da companhia e aproxima a GPMH de um dos principais polos econômicos do Brasil, com forte presença dos setores portuário, logística, indústria, energia, construção civil, saúde, educação e serviços. “Estamos chegando a uma região com empresas que têm papel fundamental na economia brasileira e que enfrentam desafios relevantes na gestão de pessoas. Nosso objetivo é apoiar essas organizações na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis, utilizando ciência e dados para prevenir riscos, fortalecer a cultura e gerar melhores resultados”, explica Renata Conrado, sócia-diretora da Great People Mental Health.

Segundo a GPMH, organizações que adotam programas estruturados de gestão da saúde mental podem alcançar aumento de até 25% na produtividade, redução de até 40% no turnover e queda de até 35% nos afastamentos relacionados ao adoecimento mental.

A atuação na região tem como objetivo apoiar empresas na identificação e gestão preventiva dos fatores psicossociais, utilizando ciência, dados e análise organizacional. “Os dados mostram que a saúde mental precisa ser tratada como um indicador estratégico das organizações. Quando a empresa consegue identificar os fatores que impactam o bem-estar e o desempenho das pessoas, ela deixa de atuar apenas de forma reativa e passa a tomar decisões preventivas, com impacto direto nos resultados do negócio”, conclui Paulo Gaspar, sócio-diretor da Great People Mental Health.

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